Wednesday, August 4, 2010

Inception - em português, A Origem, um dos filmes do ano - e neurociência

Entrar nos sonhos... porque não. A revista Wired fez um artigo interessante sobre o filme do ponto de vista neurocientífico, The Neuroscience of Inception. O autor fala da ambiguidade do filme - o que nos captiva como espectadores. Ver um filme activa as mesmas zonas do cérebro do que sonhar - estamos pouco conscientes de nós próprios e imersos no filme.

NÃO LEIA O ARTIGO DA WIRED SE NÃO VIU O FILME - poderia influenciar a sua interpretação.

O autor fala da ambiguidade do filme - o que nos captiva como espectadores. Ver um filme activa as mesmas zonas do cérebro do que sonhar - estamos pouco conscientes de nós próprios e imersos no filme.

"Graças à actividade adormecida dos lóbulos frontais e a cortex visual estimulado, fenómeno usual quando assistimos a um filme no cinema, estamos nas nossas cadeiras a mastigar pipocas e confundimos o falso com o real. Não questionamos os pressupostos nem personagens vazias, como as crianças que não envelhecem. Ficamos a ver o filme, perdidos no tempo. É como se fossemos manipulados pelo próprio Dom Cobb (actor principal), enquanto viaja no nosso cérebro para plantar uma ideia. Mas este Dom Cobb,  não precisa de nenhum sedativo especial - apenas do grande ecrã".

Veja o trailer do filme Inception.



Tuesday, August 3, 2010

Macacos explicam porque erramos

Laurie Santos foi estudar os erros dos macacos para explicar os do ser humano. Aparentemente, partilhamos a mesma irracionalidade!