Tuesday, June 29, 2010

Sites sociais estimulam zona do amor no cérebro...

O criador do termo "neuroeconomia", que se aplica ao estudo do cérebro humano na economia, Paul Zak, revelou numa entrevista que o facto de estar numa rede social provoca a segregação da hormona "do amor", ou ocitoxina, responsável por sentimentos de generosidade. A Fast Company deu-lhe destaque em Social Networking Affects Brains Like Falling in Love.

O estudo, que envolve voluntários colocados em máquinas de TAC com o seu computador, para poderem relacionar-se no seu site social favorito durante o exame, veio acrescentar-se a nove anos de análise de influência da ocitoxina, "lubrificante económico" e "cola social" que promove o espírito de família - é também a hormona responsável pela amamentação. É uma boa pista para perceber porque as pessoas com amigos vivem mais tempo e adoecem menos, e porque somos animais sociais na vida real e online.

Novas formas de cooperação com o excesso cognitivo das novas tecnologias

Clay Shirky fala dos "extras cognitivo", o trabalho online, partilhado que fazemos com os ciclos cerebrais disponíveis. Quando estamos a editar no Wikipedia, a postar para o Ushaidi (sistema em Swahili para agregar testemunhos, no Kénia, e divulgá-los) estamos a construir um mundo com mais cooperação.
Já tinha partilhado aqui um vídeo sobre "Como os media sociais podem mudar o mundo", do mesmo autor.
Consulte a biografia completa de Shirky.


Tuesday, June 8, 2010

Email e telemóveis impedem cérebro de focar-se

Um artigo do New York Times fala do preço mental a pagar pela nossa atenção constante a mensagens, emails, chat e sites. Há um dilúvio de dados que impede a concentração. O facto de estar conectado constantemente faz com que muitas pessoas esquecçam compromissos e não consigam estar com a família. Os comportamentos e formas de pensar são alterados.
O cérebro habitua-se a gerir surtos de informação, um estímulo que segrega dopamina, substância que se torna mais tarde aditiva... "A tecnologia está a reformular o nosso cérebro", diz uma especialista mundial do National Institute of Drug Abuse. A interactividade constante é uam das grandes novidades para neurocientistas.
Já agora, faça este teste e veja como está a sua concentração...