Tuesday, December 29, 2009

Porque os investidores fazem o que fazem?

O New York Times explica como o sistema de recompensas condiciona o desempenho dos economistas. Las Vegas usa luzes e campainhas para crair a ilusão de recompensa e incitar ao risco. O agente funerário parece sempre triste para recordar-nos a nossa mortalidade. Os dois contextos inlfuenciam, de facto, as decisões.

As boas notícias é que os economistas estão a estudar estes fenómenos e a registar o comportamento de neurónios no cérebro para ver como as emoções afectam escolhas, incluindo as económicas. Em Las Vegas, o cliente está num estado positivo e gastará mais. Camelia Kuhnen e Brian Knutson, da Stanford University, mostraram que as pessoas assumem mais riscos quando os seus cérebros estão activados desta forma.

Quando pensamos em custos, em contrapartida, a zona do cérebro activada cria ansiedade. Por isso os investidores não procuram mercados estrangeiros, apesar de serem oportunidades para diversificar o portfólio a custo mínimo.

Friday, December 18, 2009

Noticias sobre Neuroeconomia


Thursday, December 17, 2009

Como funcionam os estereotipos sobre os paises e regioes...

Este foi um dos meus trabalhos de casas no curso que tirei na Universidade de Berkeley, na California. Interessante: qual o poder de uma historia unica ou multipla? Como poderiamos contar a historia de ex-colonias sem comecar pela data da colonizacao ou independencia?
O video esta em ingles. Fiz entrevistas na rua, ao acaso.

Tuesday, October 20, 2009

Escrever no computador ou com caneta e papel activa partes diferentes do cérebro

"There was some research done into what parts of the brain were triggered when writing at a computer versus what parts were triggered when writing with a pencil and paper. The experiments showed that writing by hand triggered activity in significantly different portions of the brain than when writing at a computer. (See Mozarts Brain and the Fighter Pilot book.)"

Há uma diferença nas capacidades motoras exigidas para as duas actividades, mas os estudos mostram que se vai muito para além disso. A verdade é que pensamos de forma diferente, estando no computador ou com a caneta na mão. Isso tem implicações na criatividade. Quando mudamos a forma como registamos os nossos pensamentos, alteramos os neurónios que disparam no cérebro. Usar neurónios diferentes permite estabelecer diferentes tipos de ligações e associações neurológicas.

Por isso, se mudarmos a forma de escrever frequentemente, podemos atingir o nosso potencial mais elevado. Sempre que muda de ferramentas faz novas associações de ideias. Os compositores usam este método há séculos: mudan de instrumento de música quando estão a compôr. Pensam assim no "problema" musical de forma diferente.
Confesso que escrevo metade dos meus livros em blocos e metade em computador. A junção dos dois dá-me uma abordagem mais completa. Há várias formas de estimular a criatividade, e concordo com a que fornece o autor de Productivity 501
- Mude o local físico onde trabalha: com o computador portátil, experimente ir para uma esplanada e ver o que se passa...
- Fale com outra pessoa. Discuta com alguém que está completamente fora da sua área. O processo de definir o problema para alguém novo permite obter clareza...
- Faça uma actividade que não tem nada a ver, melhor se for algo que nunca fez antes! Tomar café num sítio diferente, mudar de país... A ideia não é passar a vida a mudar de ferramenta ou cenário, mas fazê-lo de vez em quando... com um objectivo criativo
Jorge Humberto sent you a message.

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Subject: Buda CEO

Bom dia,

Desde já os meus parabéns pelo livro. Parabéns por alertar para temas que são difíceis de entender pela maioria das pessoas, ou, em muitos casos, os indivíduos recusam-se a sair da sua zona de conforto e encarar a realidade.

No entanto há dois pormenores que gostaria de lhe referir. Para o primeiro pormenor tenho de fazer uma pequena introdução; tem noção que durante a nossa infância (e posso assim falar porque não temos grande diferença de idades) não havia televisão - ou quem tinha acesso tinha de se limitar a programas a preto e branco muito básicos - nem computadores, nem nenhuma tecnologia muito avançada, o que implicava brincar com o que houvesse à mão, inventando histórias, fazendo de um pau uma espada, um cavalo, ou uma escultura, de uma pedra uma bola, um avião ou um animal de estimação e de uma folha de árvore uma boneca, comida ou roupa.

O engraçado no meio disto tudo é que cada criança, no seu canto do mundo, inventava as suas brincadeiras que por sua vez eram influenciadas pelas culturas, valores e crenças da sociedade onde se inseriam. Isso implicava uma multiplicidade de invenções e provocava uma enorme diversidade de formas de pensar – que estão reflectidas actualmente.

Ou seja, embora à primeira vista o problema fosse o mesmo, brincar, as soluções finais divergiam (até dentro do mesmo país).

Quando acabei de ler o capítulo 5, da parte I, embora concorde no essencial, não concordo que a humanidade esteja a ficar mais inteligente – pelo menos numa perspectiva de longo prazo.

Ou esta nossa realidade é falaciosa e estamos todos no meio de um jogo, ou, há alguém a querer algo mais do que colocar jovens a jogar.

Onde é que eu quero chegar? Se há 40 anos colocávamos cinco crianças/jovens de diferentes continentes numa sala e lançávamos um desafio idêntico a todos, íamos, como uma forte probabilidade, obter cinco soluções muito díspares, o mecanismo de pensar de cada um deles era diferente.

Mas como será daqui a 40 anos, se actualmente as brincadeiras são iguais em qualquer parte do mundo? Os mesmos jogos, as mesmas consolas, as mesmas séries, os mesmos heróis, ou seja a mesma forma de pensar.

A sociedade actual está a formatar os jovens para terem um esquema de raciocínio muito idêntico, desafios por níveis e viver muito no virtual sem terem muito activa a parte da consciência para as consequências reais das suas decisões virtuais.

Antigamente se o meu brinquedo era um pau os meus sentidos estavam todos apurados, o tacto, o olfacto, a visão, poderia sentir prazer mas também poderia sentir dor (partindo o pau), tomava consciência real desta dualidade. E agora no virtual o que acontece se eu brincar com um pau? A que cheira? Como é a sua textura?
Neste cenário coloco as seguintes questões:
Se daqui a 40 anos repetirmos a experiência qual a probabilidade de termos resultados muito semelhantes?

Qual o perigo de se estar a “formatar”, de forma idêntica, um grande número de jovens?

Não me posso esquecer que a História nos diz que ciclicamente surge alguém a querer ser dono do mundo dominando o que de mais avançado existia na altura. Esta forma de evolução não deixa de me assustar um pouco.

O segundo pormenor tem a ver com conceitos. Produto, em Marketing, significa qualquer forma de satisfação de necessidades humanas trocável no mercado (João Coelho Nunes – Marketing em Portugal), sendo assim referir-se a Produtos e Serviços é uma redundância.

Nota: posso trocar a custo zero.

Bens e Serviços seria, na minha perspectiva, o texto adequado - considerando como bens tudo aquilo que tem forma e que não necessita de ser consumido na altura em que é produzido e serviço tudo aquilo que não é possível criar stock, ou seja, temos de produzir e consumir em simultâneo.

Esta mensagem já vai longa mas com todo o gosto estarei à sua disposição para discutir outros temas que igualmente suscitam questões.

Mais uma vez os meus parabéns pelo livro, que para mim teve uma vantagem “obrigou-me” a criar um blogue onde irei colocar um link para o seu neuroeconomia.

Cumprimentos,
Jorge Humberto Gonçalves

Monday, May 18, 2009

Já saiu: Buda CEO!!!!

Saiu o livro que reúne entrevistas a mestres espirituais e líderes de opinião. No fim de cada capítulo, dicas práticas para colocar em prática já, na vida do gestor ou da empresa...


Sunday, May 17, 2009

Veja as emoções que eu oiço: já é possível...

Cientistas observaram padrões de actividade no cerebro e descobriram que podem "ler" se a pessoa ouviu palavras de fúria, alegria, alívio ou tristeza. A descoberta surgiu online na Current Biology, e mostra que a informação emocional é representada por assinaturas no espaço distintas, mas que se podem generalizar.
Uma interpretação correcta das emoções na voz é muito importante, sobretudo quando os indícios emocionais visuais não estão disponíveis, segundo Thomas Ethofer, da Universidade de Genebra. Há um padrão de actividade na área do cérebro que processa a voz e contém informações sobre as emoções.

Wednesday, April 29, 2009

Passado e futuro são iguais para o cérebro


Psicólogos descobriram que os padrões de pensamento para recordar o passado e o futuro são semelhantes. Com um scan, observaram que as áreas activadas são as mesmas quando a pessoa recorda um acontecimento do passado ou se imagina numa situação futura. Esta é uma ruptura face à teoria antiga de que os pensamentos sobre o futuro se desenvolvem apenas no lóbulo frontal (área de anticipação, planeamento e controlo).
"O processo é como uma viagem mental no tempo - a capacidade de pegar em pensamentos sobre si próprio e projectá-los no passado ou no futuro", diz Kathleen McDermott, Ph.D. e professora de psicologia da Universidade de Washington.
É essa a razão porque pessoas com amnésia não conseguem visualizar o que vão fazer no futuro - mesmo que seja o dia seguinte!

O seu cérebro no Facebook

A Internet aumenta a produtividade, mas um estudo revela que os alunos da universidade que usam o Facebook têm notas inferiores e estudam menos. Vejam na revista Science Daily.
Uma professora da Universidade do Kansas, Nancy Baym, está também a estudar o impacto do networking social em relacionamentos. "Nos anos 90 Stanly Milgram afirmou que todos estamos ligados por seis graus de separação, ou sixdegrees.com. Queremos encontrar pessoas que conhecem pessoas que já conhecemos em vez de estranhos totais. Por isso, em vez de ter sites de encontros, o ideal é ter perfis de pessoas que têm amigos comuns", defende Nancy Baym.
O Facebook tem 175 milhões de utilizadores activos. Criado por estudantes de Harvard, o seu público maioritário é neste moneto um grupo com mais de 35 anos.
Por comparação, estudos em sites de segmento, como o Last.fm, mostram que amizades com base em gostos musicais semelhantes são mais frágeis para estabelecer relacionamentos duráveis.
Em 300 amigos do Facebook, talvez apenas 40 sejam realmente amigos. "Mas ter um elo fraco nos relacionamentos dá-lhe acesso a muitos recursos que não teria de outra forma. Os amigos a sério não sabem muita coisa que nós não saibamos. Há fragmentos de informação, sabedoria e apoio social que apenas pessoas com ligações fracas podem transmitir umas às outras"...

Monday, April 6, 2009

Neurociência atrai biliões

Esta área que não existia há uma geração atraiu 5,2 mil milhões de dólares em pesquisas em 2008. Os cientistas procuram responder hoje a perguntas como: De que forma um pedaço de tecido pode ggavar poemas, reacções emocionais, locais, cenas da infância? Todas as experiências deixam um rasto no cérebro. Ao que parece, as células cerebrais mantêm ligações, tal como um grupo de pessoas o faz numa rede maior, em que cada uma acrescenta um pormenor: um som, cheiro, visão. O cérebro mantém a memória quando as linhas de comunicação entre células ficam mais sólidas.
As implicações disto é que não podemos apagar uma memória sem apagar factos colaterais, as "noticias relacionadas" daquele evento. Cientistas descobriram, por exemplo, uma substância que bloqueia a capacidade do cérebro reter uma informação, que poderia ser útil na demência e problemas de memória. Falta saber como editar a memória sem perder dados úteis. Veja os últimos desenvolvimentos aqui, num artigo do New York Times.

Friday, March 20, 2009

Porque o dinheiro mexe com os neurónios


Um artigo interessante da New Scientist, numa altura de crise financeira e crise do crédito. Uma pessoa que leia ou oiça palavras relacionadas com dinheiro (cacau, tostões, massa, notas, etc.) fica num estado psicológico mais fechado e menos propenso a ajudar os outros. Lidar com dinheiro pode mesmo causar rejeição social e diminuir a dor física.
A nossa relação com o dinheiro é fascinante. Não é uma ferramenta, mas toca áreas do nosso cérebro primitivas, com resultados imprevisíveis. É por isso que alguns economistas parecem antropólogos da evolução. Daniel Ariely do MIT sugere que funcionamos com dois conjuntos diferentes de regras de comportamento: as normas sociais, para relacionamentos de longo prazo, confiança e cooperação, e normas de mercado, em torno do dinheiro e competição, que encorajam o indivíduo a colocar os seus interesses acima de tudo.
Sabemos também que as pessoas com mais dinheiro são mais felizes do que as outras, mas só até certo ponto. Assim o concluíram os psicólogos Ed Diener e Martin Seligman. Quando há o suficiente para casa e comida, o dinheiro extra não traz muita felicidade extra.

Friday, February 13, 2009

Para que serve o QI

Em sete estudos diferentes, vários autores notam que as nossas opiniões estão relacionadas com a capacidade cognitiva. Pessoas com QI elevado terão um comportamento racional quando lhes dizem que há um problema racional, mas se não lho disserem são menos racionais ainda.
Veja o estudo aqui.

Wednesday, February 11, 2009

Manifesto da felicidade

Esta autora faz pesquisas há anos sobre o tema da felicidade. Aqui estão alguns items do Manifesto pessoal dela:
1- Para ser feliz deve considerar o sentir-se bem, sentir-se mal, e sentir certo, numa atmosfera de crescimento.
2- Uma das melhores formas de ficar feliz é fazer os outros felizes, e para fazer os outros felizes deve estar feliz.
3- Os dias são longos mas os anos curtos
4- Não é feliz se não pensar que é feliz
5- O corpo é importante
6- A felicidade são outras pessoas
7- Pense em si para esquecer-se
8- É fácil ser pesado, difícil ser leve
9- O melhor é bom, mas melhorar é melhor
10- A ordem exterior contribui para a calma interior
11- A felicidade não vem de ter mais, nem menos, mas de desejar o que tem
12- Pode escolher o que faz mas não pode escolher aquilo que gosta

Um pensamento para o dia: se pudesse reviver um dia, à escolha, qual seria?
Se pudesse definir-se por uma ou duas palavras, quais seriam? Por exemplo, para mim, "Conhecimento" e "Paixão".

Estudos sobre o génio criativo


O professor da Universidade da Califórnia Dean Simonthon estudou toda a sua carreira o génio criativo, e conclui que uma taxa de erro elevada é o ponto comum em todos estes génios. Cientistas, compositores,a rtistas, escritores, têm um maior número de fracassos porque fazem mais coisas. Não têm taxas de sucesso superiores, apenas arriscam mais. Veja o livro Origins for Genius.

Regras para trabalhar melhor

Bob Sutton publica no seu blogue, Work Matters, "As quinze coisas em que acredito". Aqui estão algumas...:
1- Às vezes a melhor gestão é nenhuma gestão - não prejudique nada!
2- A indiferença é tão importante quanto a paixão.
3- Nas empresas, pode ter influência sobre os outros ou estar livre deles, mas não pode ter os dois ao mesmo tempo.
4- Aprenda a discutir como se tivesse razão e ouvir como se estivesse errado. Poderá assim desenvolver oponiões fortes mal defendidas geralmente.

O rapto da Amígdala


Este site sobre aprendizagem emocional descreve como o Thalamus, que interpreta as visões, como a orre de controlo de um aeroporto, envia impulsos para o cortex, para processamento. O cortex "pensa" nos impulsos e retira algum sentido deles. O sinal é enviado para a amígdala onde peptides e hormonas são libertas para criar emoção e acção. 
Dan Goleman fala do Rapto da Amígdala, em caso de reacção rápida a uma ameaça. O cortex é simplesmente ignorado e o sinal vai directo para a amígdala, que apenas reage em função de padrões já existentes. isso pode salvar-nos a vida, ou levar-nos à violência. Por isso é que as forças policias treinam padrões para desmontar este mecanismo e voltar ao cortex - ainda há opções a tomar, porque as substâncias químicas dissipam-se em 3 a 6 segundos.
Técnicas de observação própria, detectando o fluxo de adrenalina a chegar, permitem evitar a concentração ou escalada de outras substâncias. Visualização, humor, contar até 10, são algumas das recomendações, porque neste estado não existem competências emocionais concretas!
Um tema apaixonante, que confirma a antiga sabedoria Zen, a do Caminho do meio. Nem muito feliz, nem muito infeliz - navega-se ali entre as duas margens, sem deixar-se aspirar por nenhuam delas, e assim se chega ao infinito. Estudos demonstram que o "efeito de catarse", em que expressar a fúria é saudável e alivia, é falso. Expressar a raiva apenas a aumenta.

Wednesday, January 14, 2009

A poção do amor afinal existe


Larry Young, neurocientista, escreve na revista Nature mostra que seria possível fabricar uma poção do amor. Depois de analisar a química das ligações entre mamíferos, e explicando pelo caminho o fascínio erótico dos humanos pelos seios, Young prevê para breve uma poção farmacêutica do amor.
Experiências num certo tipo de roedores na Emory University, uma minoria de mamíferos (menos de 5%) tendencialmente monogâmicos como os humanos, desvendaram o papel da oxitocina. quando o cérebro de uma fêmea é artificialmente injectado com oxitocina, uma hormona que produz as mesmas sensações posiivas do que a nicotina e cocaina, fica atraída pelo macho mais próximo, ligando-se a ele. A oxitocina é dada também a mulheres depois do parto, para estimular a fluidez da produção de leite.
Outra hormona, a vosopressina, cria a necessidade de uma ligação e construção do ninho quando injectada aos machos (uma hormona activada de forma natural pelo sexo). Os animais em teste com uma vasopressina deficitária a nível genético tinham menos probabilidade de encontrar um parceiro, e pesquisadores suecos revelam que os homens com uma tendência genética idêntica também casam mais raramente.
Young afirma que o amor humano é provocado por uma "cadeia bioquímica de acontecimentos" que evoluiu a partir de circuitos cerebrais mais antigos oriundos da ligação mãe-filho, estimulada pela libertação de oxitocina durante o parto e amamentação.
"Uma parte da nossa sexualidade evoluiu para estimular o mesmo sistema de oxitocina que cria as ligações homem-mulher", diz Young, notando que são as mesmas partes anatómicas do parto e amamentação as que são usadas no sexo. Este cenário hormonal poderia significar que uma maior atenção aos seios e sexo com maior frequência criam uma ligação destes neurónios primitivos, tal como a oxitocina libertada durante o sexo ou orgasmo.

Experiências

Oxitocina nas narinas de humanos parece ter mostrado uma intensificação dos sentimentos de confiança e empatia. Embora Young não esteja a preparar uma poção de amor - procura substâncias para melhorar a sociabilidade de autistas e esquizofrénicos, afirma que poderá haver hormonas para aumentar a probabilidade das pessoas se apaixonarem. Até poderia ser útil em terapias de casal, para reforçar o namoro.
Seria importante saber, depois de beber a poção, o que aconteceria quando os efeitos passassem...