Thursday, December 16, 2010

O que acontece no cérebro de um músico

Novas experiências mostram as áreas do cérebro durante um solo de improviso... Há uma linguagem que se aprende na música e permite "falar" e improvisar nesse mesmo sistema de notas. Não deixem de ler:


WATCHING A MUSICIAN IN THE THROES OF AN IMPROVISATIONAL SOLO CAN BE LIKE WITNESSING AN ACT OF DIVINE INTERVENTION. BUT EMBEDDED MEMORIES AND CONSPIRING BRAIN REGIONS, SCIENTISTS NOW BELIEVE, ARE THE TRUE SOURCE OF AD-HOC CREATIVITY.


Connectomics - como estamos conectados no cérebro

Excelente palestra de Sebastian Seung, um pioneiro de Connectomics, uma neuro ciência baseada nas ligações que existem no cérebro. Sebastian Seung está a construir um novo modelo de cérebro focado nas ligações entre cada neurónio, a que chama "conectome", tão individual quanto o genoma. Perceber o conectome é uma nova visão do cérebro e da mente.
Os conectomes mudam com o tempo. COmo uma árvore, perdem ramos e crescem novos. Há sinpases que ficam maiores, menores, crescem e desaparecem. Estão programados pelo ADN, mas existem sinais, a actividade dos neurócnios, que codifica pensamentos, sentimentos. Essa actividade muda o cérebro. O acto de pensar também muda o conectome. Como no caso de um rio, o rio é dirigido pelo seu leito, mas também o vai alterar ao longo do tempo. O rio da consciência tem água, a actividade dos neurónios, e o conectome é o leito.

Monday, September 6, 2010

Derek Sivers: não revele os seus objectivos

Este especialista revela que as pessoas que contam os seus objectivos têm menos probabilidade de preenchê-los. As pesquisas remontam aos anos 1920.

Wednesday, August 4, 2010

Inception - em português, A Origem, um dos filmes do ano - e neurociência

Entrar nos sonhos... porque não. A revista Wired fez um artigo interessante sobre o filme do ponto de vista neurocientífico, The Neuroscience of Inception. O autor fala da ambiguidade do filme - o que nos captiva como espectadores. Ver um filme activa as mesmas zonas do cérebro do que sonhar - estamos pouco conscientes de nós próprios e imersos no filme.

NÃO LEIA O ARTIGO DA WIRED SE NÃO VIU O FILME - poderia influenciar a sua interpretação.

O autor fala da ambiguidade do filme - o que nos captiva como espectadores. Ver um filme activa as mesmas zonas do cérebro do que sonhar - estamos pouco conscientes de nós próprios e imersos no filme.

"Graças à actividade adormecida dos lóbulos frontais e a cortex visual estimulado, fenómeno usual quando assistimos a um filme no cinema, estamos nas nossas cadeiras a mastigar pipocas e confundimos o falso com o real. Não questionamos os pressupostos nem personagens vazias, como as crianças que não envelhecem. Ficamos a ver o filme, perdidos no tempo. É como se fossemos manipulados pelo próprio Dom Cobb (actor principal), enquanto viaja no nosso cérebro para plantar uma ideia. Mas este Dom Cobb,  não precisa de nenhum sedativo especial - apenas do grande ecrã".

Veja o trailer do filme Inception.



Tuesday, August 3, 2010

Macacos explicam porque erramos

Laurie Santos foi estudar os erros dos macacos para explicar os do ser humano. Aparentemente, partilhamos a mesma irracionalidade!

Tuesday, June 29, 2010

Sites sociais estimulam zona do amor no cérebro...

O criador do termo "neuroeconomia", que se aplica ao estudo do cérebro humano na economia, Paul Zak, revelou numa entrevista que o facto de estar numa rede social provoca a segregação da hormona "do amor", ou ocitoxina, responsável por sentimentos de generosidade. A Fast Company deu-lhe destaque em Social Networking Affects Brains Like Falling in Love.

O estudo, que envolve voluntários colocados em máquinas de TAC com o seu computador, para poderem relacionar-se no seu site social favorito durante o exame, veio acrescentar-se a nove anos de análise de influência da ocitoxina, "lubrificante económico" e "cola social" que promove o espírito de família - é também a hormona responsável pela amamentação. É uma boa pista para perceber porque as pessoas com amigos vivem mais tempo e adoecem menos, e porque somos animais sociais na vida real e online.

Novas formas de cooperação com o excesso cognitivo das novas tecnologias

Clay Shirky fala dos "extras cognitivo", o trabalho online, partilhado que fazemos com os ciclos cerebrais disponíveis. Quando estamos a editar no Wikipedia, a postar para o Ushaidi (sistema em Swahili para agregar testemunhos, no Kénia, e divulgá-los) estamos a construir um mundo com mais cooperação.
Já tinha partilhado aqui um vídeo sobre "Como os media sociais podem mudar o mundo", do mesmo autor.
Consulte a biografia completa de Shirky.